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61% dos pequenos empreendedores misturam contas pessoais e empresariais; falta de planejamento ameaça crescimento

11/05/2026

61% dos pequenos empreendedores misturam contas pessoais e empresariais; falta de planejamento ameaça crescimento

Crescer sem planejamento financeiro pode até dar certo por um tempo e ainda é uma realidade para muitos pequenos negócios no Brasil. Segundo a pesquisa “Hábitos Financeiros dos Pequenos Negócios”, do Sebrae, 61% dos micro e pequenos empreendedores misturam contas pessoais e empresariais — um hábito que dificulta a leitura real do desempenho da empresa.

Na prática, essa falta de separação compromete o controle das margens, distorce a análise de custos e pode levar a decisões equivocadas de preço, investimento e expansão. O negócio até pode crescer, mas tende a avançar de forma desorganizada, com aumento de despesas, perda de rentabilidade e maior exposição a riscos financeiros.

O dado acende um alerta: antes de pensar em ampliar a operação, é preciso entender se a empresa tem controle sobre o próprio caixa. Afinal, sem informações financeiras claras, o crescimento pode deixar de ser sinal de sucesso e se transformar em ameaça à sustentabilidade do negócio.

Por isso é essencial identificar esse cenário antes que ele afete os resultados e descobrir quais medidas ajudam a evitar que a expansão venha acompanhada de descontrole financeiro.

Dessa forma, executivos de diferentes setores têm colocado uma questão no centro da estratégia: o planejamento financeiro integrado ao ERP  - Sistema Integrado de Gestão Empresarial - é apenas mais uma tendência de mercado ou já se consolidou como uma exigência para a sustentabilidade do negócio?

A resposta, como apontam muitos controllers, CFOs, contadores, consultores e empresários, caminha para a segunda opção. Em um ambiente cada vez mais complexo, operar no escuro, sem integração entre dados financeiros e operacionais e sem uma abordagem estratégica perante eles, passou a representar um risco.

"Uma empresa pode literalmente quebrar mesmo vendendo muito", explica. Alysson Guimarães, fundador e CEO da LeverPro.

O caminho para evitar esse cenário passa pela adoção de uma gestão financeira integrada. Segundo o executivo, os sistemas de ERP, plataformas que centralizam e conectam os principais processos de uma empresa, deixaram de atuar apenas como registradores de notas fiscais e controle de estoque. Hoje, funcionam como centros de visibilidade, planejamento e gestão do negócio quando integrados com tecnologias de gestão financeira e controladoria.

“Quando bem aplicadas, as tecnologias passam a atuar como alavancas estratégicas — podendo, inclusive, representar a linha que separa a lucratividade da inviabilidade do negócio”, destaca Alysson.

Ainda assim, muitas empresas operam com baixa visibilidade financeira, apoiadas em planilhas e sistemas desconectados. “Quando a gestão financeira passa a estar integrada a um ERP e conectada ao contador e às projeções do negócio, a empresa não está apenas controlando o que aconteceu, está planejando o que vai acontecer. Isso pode ser a linha tênue entre terminar o mês no azul ou no vermelho”, afirma.

A integração de sistemas de gestão tem sido apontada como um dos principais vetores de eficiência nas empresas. Segundo pesquisa da IDC, organizações com maior maturidade na integração de dados conseguem gerar até 3,7 vezes mais retorno em iniciativas de análise e inteligência.

O executivo explica que a solução pode ser integrada aos principais ERPs do mercado, por meio de APIs e automações, conectando-se diretamente ao sistema financeiro. "Com os dados sincronizados em tempo real, a empresa passa a ter uma única fonte de verdade, permitindo identificar inconsistências e transformar informações em decisões", comenta Alysson.

"Essas integrações potencializam e unem a execução operacional via automação e análise financeira, resultando em maior previsibilidade e controle. Entre os principais efeitos estão a redução de custos indiretos; projeções de caixa mais confiáveis e cenários financeiros mais robustos; e maior transparência contábil e fiscal, diminuindo riscos no fechamento mensal", finaliza o especialista.

Fonte: Contábeis

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